BOTOX®CIRURGIAS PLASTICASESTÉTICA 1

Botox® (Toxina Botulínica)

Cirurgia plástica post-botox

O procedimento não cirúrgico que reduz temporariamente ou elimina linhas menos marcadas de expressão, rugas na testa, pés de galinha e bandas grossas no pescoço, consiste em uma injeção de toxina botulínica, substância capaz de bloquear os sinais nervosos musculares. Portanto, por enfraquecer o músculo de modo que não se contraia, as rugas faciais indesejadas diminuem. Lembre-se apenas que, a aplicação depende de avaliação de um médico especializado, pois em mãos erradas ou inexperientes, a toxina botulínica torna-se um perigo. Além disso, ao ser combinada com demais procedimentos cosméticos, tais como peelings químicos, preenchimentos dérmicos ou microdermoabrasão, há uma melhora os resultados, que ainda ajudam a prevenir a formação de novas linhas e rugas.

Conheça a toxina botulínica

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Conhecida como botox , o primeiro nome com que foi registrada no Brasil, a toxina é a mesma produzida pela bactéria Clostridium botulinum, que causa o botulismo, uma rara doença que, entre outras coisas, provoca a paralisia descendente da musculatura respiratória, braços e pernas, além do comprometimento de nervos cranianos. No entanto, antes de ser utilizada para fins estéticos ou terapêuticos, ela passa por purificação e somente é usada em doses que não causam a doença.

De um modo geral, o botox  chega até aos consultórios como um pó acondicionado em frascos. Cabe aos dermatologistas ou cirurgiões plásticos diluí-lo em soro fisiológico para, então, injetá-lo na área a ser tratada, sempre respeitando uma distância de 1,5 cm de um ponto para o outro.

A aplicação é praticamente indolor, porém o local deve ser detalhadamente estudado, para que o resultado seja o mais natural possível, pois quando aplicada nos músculos da face, a toxina elimina a tensão e as rugas causadas por esses mesmos músculos tornam-se bem amenizadas. No entanto, o botox, assim como muitos medicamentos, é contraindicado para pacientes que apresentam alergia a qualquer componente de sua fórmula. Mulheres grávidas ou em amamentação, portadores de doenças neuromusculares, imunológicas e coagulopatias, que utilizam anticoagulantes, aminoglicosídeos e drogas que interfiram na transmissão neuromuscular,  não devem usar tal substância.

 

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