CIRURGIAS PLASTICASONFALOPLASTIA

Cirurgia do umbigo (Onfaloplastia)

Cirurgia plástica post-umb

É indicada para casos de excessos de gordura e pele na região do umbigo após a gravidez, para pessoas que sofreram com o efeito sanfona ou saíram da obesidade, portadores de hérnia umbilical (que também são tratadas durante o ato cirúrgico), para quando o umbigo se faz ausente ou apresenta um formato inestético congênito. Há varias técnicas que podem ser empregadas no procedimento e elas variam de acordo com o problema apresentado. No entanto, uma das mais comuns consiste em primeiro desenhar a incisão cutânea, que pode ser circular, semicircular, elíptica, quadrangular, linear tanto no sentido vertical quanto horizontal, em cruz ou em forma de U, T, V, Y.

Depois, o cirurgião faz uma série de incisões pouco perceptíveis no fundo do umbigo, com o objetivo de remover os excessos e obter um formato mais atraente e natural. Normalmente, pacientes obesos são aconselhados a emagrecer sempre que possível antes da intervenção. Além disso, o procedimento pode ser realizado conjuntamente com a abdominoplastia, que corrige a flacidez do abdômen.

Formação do umbigo

 

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Após o nascimento, quando o cordão umbilical é seccionado e, em seguida, passa por um período de cicatrização, surge o umbigo propriamente dito. Portanto, ele é resultado de uma cicatriz, cujo formato traz características genéticas, incluindo a formação de queloides. Logo, para se ter um umbigo bem delineado, seria importante a realização da higiene local desde no início, para evitar complicações e infecções que interferem na cicatrização. Mas ao longo da vida, também é possível que surjam outras deformidades, como resultado de traumas ou mesmo de outras cirurgias, que hoje já podem ser reparadas em função da estética.

 

Curiosidade

 

Você sabia que a relação de proporção do umbigo com o nosso corpo já era descrita desde a antiguidade? O desenho do famoso “homem Vitruviano”, do arquiteto romano Marcus Vitruvius, que foi aperfeiçoado, em 1490, por Leonardo da Vinci, coloca o umbigo como centro do círculo, em que o homem está com os braços e as pernas abertos. Portanto, ele divide o corpo humano exatamente ao meio.

 

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