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Entenda melhor as Rosáceas

Cirurgia plástica post-rosaceas

Trata-se de uma doença inflamatória crônica que não tem cura, cujo efeito confere um rubor constante à pele, principalmente do nariz, bochechas e testa. Além de remédios de uso tópico prescritos pela dermatologista para diminuir a vermelhidão, uma boa opção são os tratamentos com laser, entre os quais a luz intensa pulsada, que queima a melanina, ao mesmo tempo em que melhora a produção de colágeno e suaviza manchas finas.

Causas e sintomas da doença

 

Foto: 45a

 

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, os principais agentes causadores das rosáceas, doença que raramente ocorre em negros, são predisposição genética, alterações emocionais e hormonais, mudanças bruscas de temperatura, exposição solar, uso de bebidas alcoólicas e medicamentos vasodilatadores ou fotossensibilizantes, além de ingestão de alimentos muito quentes.

 

Já os sintomas variam de acordo com o grau de evolução da doença. De início, surge a pré-rosácea, cuja tendência é a ruborização passageira. Depois, há uma evolução progressiva que culmina com a vermelhidão (eritema) bem centro da face que, além de não regredir, associa-se a crises de calor e ardência. Em seguida, nessas áreas avermelhadas ocorre um aumento expressivo de vasos sanguíneos em forma de teias de aranha (telangiectasias), além de pápulas ou pústulas, que podem coçar. Ao se agravarem, as rosáceas ainda torna a pele mais espessa, momento em que podem aparecer nódulos inflamatórios que aumentam o tamanho do nariz, deixando-o com aspecto disforme e bulboso (complicação que afeta mais os homens). Além disso, em 50% dos casos, também pode surgir uma lesão nos olhos, denominada rosácea ocular, cujos sintomas são semelhantes aos da conjuntivite.

 

Diagnóstico e prevenção

 

O diagnóstico é essencialmente clínico e, em alguns casos, para estabelecer o diferencial com outras doenças, é necessário fazer biópsia. Já em relação à prevenção, além de procurar um dermatologista assim que notar alterações na pele do rosto, não se automedique, use apenas protetor solar e evite tanto a exposição ao sol quanto as mudanças bruscas de temperatura, bem como banhos quentes. Em paralelo, para ajudar o médico, não se esqueça de relacionar os alimentos ingeridos e os cosméticos ou produtos à base de corticoesteroides de uso rotineiro aos episódios de rosácea.

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