CIRURGIAS PLASTICASMAMOPLASTIA REDUTORA

Redução de mamas (Mamoplastia redutora)

Cirurgia plástica post-redutora

Seios excessivamente grandes e caídos podem causar, em algumas mulheres, problemas emocionais e de saúde, além de desconforto e dor que, por vezes, prejudicam a capacidade de se levar uma vida ativa. Por sua vez, a cirurgia redutora é realizada através de incisões circulares, em forma de T invertido ou de âncora nas aréolas dos seios. Tal procedimento permite a remoção do excesso de gordura, do tecido glandular e de pele. Em seguida, o cirurgião levanta e remodelada os seios, enquanto também reposiciona o mamilo. Quando necessário, ele também reduz as aréolas através da excisão de pele no perímetro delas. Depois, as suturas são realizadas em camadas profundas, sempre dentro do tecido mamário, para criar a sustentação dos seios. Consequentemente, as cicatrizes tornam-se permanentes, mas, na maioria dos casos, tendem a melhorar significativamente ao longo do tempo, embora geralmente fiquem bem escondidas sob o sutiã. Após a cirurgia, apesar do inchaço que diminui gradativamente com o tempo, os resultados são imediatamente visíveis.

Note também que, em certos casos, o excesso de gordura pode ser removido através de lipoaspiração, em conjunto com outras técnicas determinadas pelo médico especialista, com base em particularidades anatômicas, composição da mama, quantidade de redução desejada e preferências pessoais.

Necessidade de cirurgia

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Esteticamente as mamas devem ter características anatômicas compatíveis ao tórax feminino, o que nem sempre acontece, tanto que, em relação ao tamanho, elas são classificadas em quatro graus: pequena, moderada, grande e gigantomastia. Especialmente para o último caso, cujos seios podem causar envergadura da coluna tanto em função do seu peso quanto por vergonha de mostrar o tamanho real deles que, por vezes, vem acompanhado por um caimento exagerado, é indicada a mamoplastia redutora, que chega a retirar até um quilo do tecido mamário de cada seio. Porém, a cirurgia só pode ser feita quanto o desenvolvimento das mamas está totalmente completo, o que acontece por volta dos 17 anos.

A única exceção se dá quando o cirurgião plástico constata desenvolvimento acelerado das mamas, real prejuízo funcional e grande insatisfação pessoal, associada à baixa estima pessoal. Só que, diante desse quadro, a jovem paciente ainda deve ser conscientizada sobre a possibilidade de ter que se submeter a uma segunda mamoplastia redutora, quando seus seios realmente estiverem maduros.

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