CIRURGIAS PLASTICASLÁBIOPLASTIA

Reparação do hímen no Ocidente e Oriente

Se no Ocidente a cirurgia plástica que “costura” os pedaços do hímen, membrana que se rompe costumeiramente na primeira penetração sexual, mas cujos pedaços ficam colados às paredes da entrada da vagina, não passa de uma vaidade feminina que objetiva uma “segunda virgindade” para presentear seu companheiro, no Oriente que conserva traços machistas embasados pelo aspecto cultural, a realidade é bem diferente. Por lá, ainda há muitos lugares em que é preciso provar a virgindade para casar e, dependendo dos recursos familiares, a reconstrução pode salvar jovens que perderam seu hímen em um acidente, em um estupro ou de forma involuntária.

No Egito, por exemplo, estima-se que a cirurgia seja o principal motivo da redução de 80% nos índices de assassinatos de noivas na noite de núpcias. Por sua vez, no Marrocos há operações definitivas e provisórias que duram por 15 dias e são bem mais baratas. Mas, nesse último caso, como a prática é conhecida pelos homens, após o casamento, muitos decidem esperar mais de 2 semanas para ter relações sexuais, no intento de se assegurarem da real virgindade da esposa.

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